quinta-feira, 15 de maio de 2008

triste

Caros leitores, estou num turbilhões de emoções atualmente, peço desculpas pela ausencia do blog. Não tenho vontade de continuar postando, rpimeiro por ter que cuidar de outros projetos, e tb naum vi retorno de vcs, pô ninguem deixa um oi, isso me faz imaginar que ninguem esta me lendo. Então quando me der vontade eu vou voltar a postar ou quando alguem fizer o favor de deixar um recado pra eu saber que estou sendo visto.

Um comentário:

Fernanda Marota disse...

João Pedro,

Muitas vezes não entendemos o sentido de muitas coisas, ocorrem fatos que anulam as certezas na constância da vida, sempre nos momentos em que estamos mais seguros de nós mesmos e de que a situação está sob nosso controle.

Mas basta uma ocorrência para que seja desfeito todo este sentido e, aí, caminhamos perdidos, sem direção, sem rumo, com medo e assustados.

"E agora? O que fazer?"

Essa é a pergunta mais elaborada nessas horas, e confesso que não sei a resposta, mesmo analisando cada situação, torna-se dificil falar em uma saída, quando nosso psquismo está acostumado a sempre imaginar o pior.

Aos meus 13/14/15/16 anos eu vivia pra aparecer para outrem, por uma necessidade vital de confirmação de minha existência. Mas, para mim não bastava que as pessoas próximas me demonstrassem amor, atenção, carinho... era bom, mas não era o suficiente, pois eu queria sentir isso de pessoas alheias à família: colegas, amigos, falsos amigos, não importa, eu queria sentir deles, pra me sentir viva.

Mas não adiantava, eu criava mecanismos para isso e a internet era o que eu mais usava através de flogs, blogs, sei lá, se eu fizer as contas devo ter uns 7, sem contar com os que eu definitivamente deletei. E, o resulto foi inócuo. De nada me resolveu... Não procurei ajuda, em que pese eu deveria, e por isso sofri por mais tempo.

Sentimentos amargos, angutiosos, que me faziam mal e me puxavam cada vez mais pra baixo estavam sempre presentes no dia-a-dia, muito embora, por vezes, eles não se apresentassem... mas estavam alí, eu sei.

Anos de luta para me livrar desse peso que eu carregava no meu coração, até a hora que eu percebi a minha presença para mim mesma. Eu passei a refletir todos os meus atos, os detalhes, comecei a prestar atenção em tudo, inclusive que meus atos causavam receio, incomodavam e também faziam bem às pessoas, estivessem elas perto de mim ou não.

Comecei a fazer cursinho e nunca pude imaginar que a física traria respostas aos problemas mais íntimos que eu tinha e que, até agora, eu nnca havia dito abertamente, deste jeito, da meneira que faço aqui. Pois bem, eu aprendi que tudo está interligado e não há como pensar numa coisa isoladamente sem a outra e que todas as suas atitudes exercem influência em uma série de pessoas e coisas e, claro, você vai ter o feedback desta ação mais cedo ou mais tarde. E as relações são complexas porque o tempo todo as pessoas agem e recebem o feedback de seus atos e nesse meio tempo, suas ações influênciam inúmeras pessoas: seja para o bem ou seja para o mal.

E percebendo isso, eu comecei a melhorar das minhas angustias, dos meus anseios, dos meus impulsos, das minhas neuras... Óbvio que uma vez traumatizado, sempre traumatizado... pois não temos o controle suficiente pra dizer oa cérebro que apague aquela vivência... Então, temos de aprender a lidar e no começo, é difícil abessa.

Mas, graças a Deus que não temos todo esse domínio sobre nosso cérebro, pois temos a chance de aprender a cada vez que recorremos à nossa memória para não errar de novo, e buscar o melhor cada vez mais!!!

Na verdade, eu não sei porque me deu vontade de escrever tudo isso, mas aí está... não é?!

O dia de amanhã a Deus pertence, e eu quero que você saiba que independente de qualquer coisa que possa vir a acontecer, eu te amo em demasia e desejo a sua felicidade e que a mesma perdure para todo o sempre!!!

Um grande beijo e abraço apertado,

Daquela que muito lhe ama e lhe quer bem.

Fernanda.